Céu Profundo

Época das Galáxias

Porque é que a primavera, no hemisferio norte e o outono no hemisferio sul, são consideradas a Época das Galáxias? Na astronomia observacional, a primavera é frequentemente chamada de “Época das Galáxias”, especialmente no hemisfério norte. Esta designação não significa que existam mais galáxias nesta altura do ano, mas sim que as condições para as observar a partir da Terra são particularmente favoráveis. A principal razão está relacionada com o movimento da Terra em torno do Sol. Ao longo do ano, a parte do céu que observamos durante a noite muda gradualmente. Na primavera, a Terra fica orientada de tal forma que, à noite, olhamos para regiões do espaço que estão fora do plano da Via Láctea, a galáxia onde se encontra o nosso Sistema Solar. A Via Láctea tem a forma de um disco achatado, repleto de estrelas, gás e poeira interestelar. Quando observamos através desse disco — como acontece em grande parte do outono e do inverno — a luz de objetos muito distantes é parcialmente bloqueada ou confundida pela enorme quantidade de estrelas em primeiro plano. Isso torna difícil ver galáxias externas, que são objetos muito ténues e distantes.  Na primavera acontece o contrário: o céu noturno fica orientado para regiões com menor densidade de estrelas e poeira, próximas dos chamados polos galácticos. Nessas direções, o espaço é mais “transparente”, permitindo que a luz de galáxias situadas a milhões de anos‑luz chegue até nós com menos obstáculos. Outro fator importante é que, durante a primavera, várias constelações ricas em galáxias — como Leão, Virgem e Cabeleira de Berenice — encontram‑se bem posicionadas no céu noturno, atingindo grandes alturas acima do horizonte durante as horas mais escuras da noite. Nestas regiões do céu localizam‑se grandes aglomerados de galáxias, como o Aglomerado de Virgem, que concentra dezenas de galáxias observáveis com telescópios amadores.   É importante sublinhar que as galáxias existem em todas as direções do Universo e podem, em teoria, ser observadas em qualquer época do ano. No entanto, é na primavera, no hemisfério norte, outono no hemisfério sul, que o nosso “campo de visão cósmico” está mais limpo, oferecendo as melhores oportunidades para explorar o Universo para além da Via Láctea.

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WIDEFIELD CMOS IMAGING – Pedro Ré

WIDEFIELD CMOS IMAGING | Pedro RE’ SAMYANG 135mm F/2.0 | ZWO ASI 294MC PRO | SW Star Adventurer Gti | ASIAIR mini Finding Chart (PixInsight) Pedro Ré, apresenta-nos mais um fantástico trabalho de astrofotografia do céu profundo, com referência a todos os detalhes do equipamento utilizado, com a identificação pormenorizada dos objetos capturados e da sua localização no mapa estelar. Para ver o vídeo siga este link: (139) WIDEFIELD CMOS IMAGING | Pedro RE’ | Finding Chart (PixInsight) – YouTube

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Pismis 24

Pismis 24 (NIRCam Image) 20250904 – Image: NASA, ESA, CSA, STScI; Image Processing: A. Pagan (STScI) Webb capturou esta imagem cintilante de nascimento de estrelas em Pismis 24, um jovem aglomerado estelar a cerca de 5.500 anos-luz da Terra na constelação de Escorpião. Esta região é um dos melhores locais para explorar as propriedades das estrelas jovens e quentes e como elas evoluem.Imagem: NASA, ESA, CSA, STScI; Image Processing: A. Pagan (STScI) Esta é uma imagem cintilante do nascimento de estrelas capturada pelo Telescópio Espacial James Webb da NASA. O que parece ser um pico montanhoso cheio de estrelas beijado por nuvens esvoaçantes é, na verdade, uma paisagem de poeira cósmica sendo consumida pelos ventos abrasadores e pela radiação de estrelas massivas e infantis nas proximidades. Chamado Pismis 24, este jovem aglomerado estelar localiza-se no núcleo da Nebulosa da Lagosta, aproximadamente a 5.500 anos-luz da Terra, na constelação de Escorpião. Lar de uma vibrante creche estelar e um dos locais mais próximos de nascimento de estrelas massivas, Pismis 24 fornece uma visão rara sobre estrelas grandes e massivas. A sua proximidade torna esta região um dos melhores lugares para explorar as propriedades de estrelas jovens e quentes e como elas evoluem. No coração deste aglomerado cintilante encontra-se o brilhante Pismis 24-1. Ele está no centro de um grupo de estrelas acima dos picos laranja serrilhados, e o pico mais alto aponta diretamente para ele. Pismis 24-1 aparece como uma estrela única gigante, e já se pensou que fosse a estrela mais massiva conhecida. Os cientistas aprenderam desde então que ela é composta por pelo menos duas estrelas, embora não possam ser resolvidas nesta imagem. Com 74 e 66 massas solares, respetivamente, as duas estrelas conhecidas estão ainda entre as estrelas mais massivas e luminosas alguma vez vistas. Mais informação em: Glittering Glimpse of Star Birth From NASA’s Webb Telescope – NASA Science

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SN2025rbs in NGC7331 – Pedro Ré

SN 2025rbs in NGC 7331 20250803 – João Gregório Onde anda a Supernova? Está escondida no brilho do núcleo. Reduzindo o brilho vamos revelar a supernova, que segundo o gráfico adjacente tem um brilho imensamente superior aos milhões de estrelas no núcleo Reduzindo o brilho conseguimos salientar a Supernova perto do núcleo.  Aqui está ela bem evidente. Segundo G. Masi com Rmag 11.9 à data de 01 Ago 2025. Aqui temos as Supernovas anteriores nesta galáxia que dizem ser gémeas da nossa Via-“Leitosa”.

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M022 202508 – Pedro Ré

M022. 95min (19x5min). TEC140 F/7, ASI2600MM, Median, Paramount ME (81% MOON) 202508 – Pedro Ré Messier 022 (NGC 6656) É um aglomerado globular elipsoidal localizado na constelação de Sagitário, próximo à região central da Via-Láctea. Foi descoberto pelo astrónomo Johann Abraha Ihle em 1665 enquanto observava a passagem de Saturno pela constelação de Sagitário. É um dos mais brilhantes aglomerados globulares visto no céu, com uma magnitude aparente de 5,1. Situa-se aproximadamente a 10400 anos-luz em relação à Terra e contém mais de 70000 estrelas. 

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